As bolinhas e apetrechos no caso da traída de Sorocaba.

Um caso extraconjugal no interior de São Paulo cai na rede e vira um reality show visto por milhões. Detalhe: a amiga traidora comprou alguns itens para usar com o marido da traída nos momentos íntimos entre eles as famosas bolinhas.

A história

Na noite de 27 de junho, a advogada Vivian Almeida de Oliveira, de 34 anos, colocou na Internet, em sua página da rede de relacionamento Orkut, a prova de que seu marido, o comerciante Cícero Oliveira, de 54 anos, a traíra. As imagens escolhidas por Vivian não eram de um flagrante de adultério. Por dez minutos e 18 segundos, ela aparece num vídeo caseiro falando com sua melhor amiga, a comerciante Juliana Cordeiro, de 33 anos. A conversa se desenrola na casa de Vivian sobre a traição da melhor amiga com o marido dela. O conteúdo é hipnótico.

A mostra das provas

Vivian vai mostrando à amiga as peças de um dossiê montado por ela mesma ao longo de dois meses. São cópias de e-mails trocados entre Cícero e Juliana que confirmam que os dois mantinham um caso havia cinco anos. O vídeo mostra o momento em que a esposa traída confronta a amiga com as evidências de sua impostura – e exige explicações. (Fonte: Revista época).

Em determinado momento do vídeo a discussão fica acalorada e Vivian relata ter lido nos e-mails uma tal compra de “apetrechos e bolinhas” pelo correio para usar durante encontro intimo dos amantes e a amiga Juliana afirma que não nunca gostou disto… e ai Vivian levanta e lhe dá um tapa com um maço de e-mails impressos.

Bolinhas e apetrechos

Para quem conhece bem o mix de produtos que compõe uma sexshop sabe da fama destas tais bolinhas que desde 2008 é top de vendas nas lojas do mercado erótico brasileiro. O que impressiona é que alguns tabus ainda resistem apesar da modernidade da Internet, onde muitos episódios desta novela se desenrolaram. A amante é ousada e criativa na hora de apimentar a relação comprando bolinhas e apetrechos, mas parece que a esposa também conhecia os produtos ou pesquisou a respeito dos mesmos. Independente de conhecer ou não produtos eróticos, negar “usar ou gostar disto” mostra uma carga de preconceitos ainda muito vigente em nossa sociedade.

Não negou a traição, mas negou o uso de produtos eróticos? É tão pior assim? Não compete julgar a situação, afinal de contas o respeito aos envolvidos é primordial, mas fica aqui uma reflexão:

Trair usando calcinha fio dental é mais grave do que usar calcinha da vovó?

O vídeo ainda está disponivel no Youtube para quem quiser assistir.

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