Pornografia no Campus Party.

A Campus Party Brasil 2010 veio cheia de novidades. Como era de se esperar. No centro de exposições Imigrantes, com fácil acesso para quem quisesse abrir o gigante leque de informações.

Espaços dedicados a todas as áreas da tecnologia. Eu ainda não conhecia o evento e afirmo hoje, que não deixarei mais de ir. Além de milhares de metros de exposição e milhares de pessoas de todos os cantos do país, e do mundo para trocar informações, uma feira de negócios.

Um empreendedor atualizado ou que deseja se atualizar certamente está na Campus Party.

Recebi diversos cartões de empresas e muitos contatos requisitando profissionais das mais diversas áreas relacionadas a tecnologia. Uma agenda engrenada em proporcionar ao visitante uma vasta chance de conhecer o que é tendência, recursos e dicas em todas as áreas de atuação do comércio. Obviamente nada foi tão perfeito na Campus Party 2010 que não possa ser ainda melhor em 2011, mas com tudo que vi, acho difícil que alguém tenha saído insatisfeito.

Lá encontrei o cara que possui 660 GB de pornografia e acompanhei no terceiro dia com o desenvolvedor da pasta de compartilhamento (uma pasta que foi criada dentro da Campus Party onde todos podiam compartilhar tudo que estava sendo baixado), que de 57 TERA de arquivos baixados, 30 eram só de pornografia!!!

Na área blogs a palestra Is internet for Porn? com Gustavo Gitti – Papo de Homem, Fausto Salvadori – Boteco Sujo, Alê Felix – Não, Não Para, Castrezana – Omedi e @lini se transformou em uma conversa de botequim sobre comportamento sexual, como falei para meu amigo do NERDS SOMOS NOZES, Filipe, que conheci dias antes lá nos sofás brancos da Campus Party. A conversa de botequim para muitos não foi nada ruim, até porque toda conversa de botequim rende um bom caldo, principalmente quando @lini vai vestida para matar com látex e salto vermelho, cedida por uma sex shop e distribui dvd porno cedida por uma produtora. O que é ótimo.

No geral, única dica: Vá com um foco, para não ser tomado por todas as camadas de informações e ao final do evento perceber que o tempo passou e não conseguiu fazer “nada”. Afinal lá o relógio corre mais rápido do que no mundo real.

Enfim um dos maiores eventos do Brasil. Para alguns: diversão, para outros informações e para nós certamente muitos negócios fechados.

Parabéns a todos da organização e um agradecimento especial para @interney, @lovemaltine. E a todos os contatos que renderão para todos muito conteúdo para o ano que segue.
lola

Lola
31 de Janeiro de 2009
http://www.luzvermelha.tv

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Atenas no Campus Party

Hoje, sábado dia 30, estamos Paula e eu no Campus Party. Viemos nos entrosar com  o pessoal da Pornolândia que está cobrindo para o FizMTV e visitar nossos blogueiros prediletos Edney e Marcelo (Urso) que já aceitaram nosso convite para o próximo Seminário Empreender no Mercado Erótico que já está confirmado para abril.

Nossa primeira reunião depois do retorno de Paula de sua viagem pela Europa Central é assim: no meio da tecnologia, no meio geek, e assim explodimos em idéias.

Ficamos pensando como seria bom se tivessemos um pedaço do Campus Party na Erotika Fair e como seria bom que o mercado erótico fosse umas das pautas do Campus Party.

Ainda sobrou tempo pra bolar uma mostra especial de cinema adulto para o EVA 2010 com o pessoal da X-Plastic.

Aguardem, muita coisa boa por aí!!!Campus party 2010

Sobre a Campus Party

Criada na Espanha em 1997, a Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento mundial que integra tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede. Os participantes mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde se conectam a uma rede super veloz e convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer. Em 2008, o evento entrou em processo de internacionalização e ganhou edições no Brasil, Colômbia e, a partir deste ano, no México.

Em sua terceira edição no Brasil, a Campus Party se consolida como o principal ponto de encontro físico das redes sociais da internet interativa, proporcionando aos visitantes a troca livre de conteúdos, as últimas novidades tecnológicas e o compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital. Participam do encontro estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e milhares de visitantes amantes da tecnologia e internet.

Informações para Imprensa

Comunicação Campus Party Brasil 2010

Daniela Costa – daniela.costa@futuranetworks.com

Assessoria de Imprensa

The Jeffrey Group

Clara Quintela – cquintela@jeffreygroup.com

Robson Melendre – rmelendre@jeffreygroup.com

Tel: 2165-1651

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Lingerie Day: um dia sem vergonha no Twitter

Lingerie Day: um dia sem vergonha no Twitter

Ideia de colocar fotos no perfil com roupas de baixo surgiu em 2009, como brincadeira. Seis participantes já foram parar nas páginas de uma revista masculina

por Luciano Marsiglia – 27/01/2010 – 20:07
  Reprodução

Não faltaram cliques criativos no Lingerie Day de 2009, como o de @anapads

O exibicionismo digital corre na velocidade da banda larga. Depoimentos lúdicos, poses insinuantes, protestos dramáticos e performances duvidosas se multiplicam como coelhos cibernéticos no mundo virtual – não ter pudor é a condição. Está aí o Lingerie Day (#lingerieday), a ser realizado na quinta (28), para confirmar. Sua (segunda) intenção é fazer com que os usuários do Twitter mostrem as roupas íntimas na foto do perfil. A ideia surgiu como uma brincadeira, em 2009, e hoje atrai a atenção de revistas masculinas (seis avatares foram parar nas páginas da Vip no ano passado), lojas de lingeries, sex shops e produtoras de filmes pornôs, que prometem sortear de peças da Calvin Klein a DVDs. “As pessoas faziam hash tags louváveis, como o Mussum Day (homenagem ao humorista dos Trapalhões), e outras inócuas. Brincando, falei com amigos em criar o Victoria’s Secret Day (grife de lingeries de luxo). Depois, para ser democrático, optamos pelo nome atual”, conta Fernando Gouveia, advogado autônomo, encontrado no twitter como @gravz e um dos criadores do dia das calcinhas, sutiãs e, fazer o que?, cuecas no Twitter.

 Reprodução

Proposta deu certo em 2009 e fotos de roupas íntimas apareceram em vários perfis do Twitter, como o de @casadeloulou

Com cerca de dois mil seguidores na época, Fernando não esperava que algo envolvendo peças diminutas tomasse proporções gigantescas. Uma séria de reclamações feministas, contudo, mudou tudo. Como se queimassem sutiãs virtuais nos avatares alheios, mulheres se manifestaram contra a ideia – popularizando-a. “A partir daí, outras garotas entraram na brincadeira. ‘Agora é que vou participar’, diziam.” E o chauvinismo de 140 caracteres deu seu recado. No flyer do “evento”, é divulgado um link com fotos do ano passado. Há desde imagens de baixa qualidade a produções calculadas. Marcado para os fins de janeiro e julho, o Lingerie Day está na pré-temporada: algumas garotas já exibem no twitter “ensaios” para o grande dia. Demanda, sempre há.

fonte: Revista Época

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