Pré-venda Sexshop.com

Sexshop.comHoje começa a pré-venda do nosso segundo volume, talvez o mais esperado. Sexshop.com – Guia de negócios volume 2. Eu digo o mais esperado por vários motivos, o primeiro é claro se refere ao fenômeno Internet e como o nosso mercado se adaptou confortavelmente a rede de computadores.

Segundo porque é impensável o mercado erótico sem a Internet, como deve ser impensável qualquer mercado no mundo globalizado hoje sem o uso da Internet. Mais uma vez o grande desafio do negócio é o começo e, portanto pretendemos com este segundo volume traçar a melhor metodologia para realizar o negócio sexshop.com e indo além apresentar como é realizada a divulgação dentro da própria Internet.

Contamos é claro com a colaboração de grandes “feras” da Internet, da rede social e principalmente de nosso mercado, então espero sinceramente que seja um marco esse volume e acredito que será, estamos fechando os arquivos e sentindo que ele será muito útil para todos vocês e também para o mercado brasileiro.

Abraços a todos e nos vemos durante o Seminário Empreender no Mercado Erótico em abril.

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Atenas no Campus Party

Hoje, sábado dia 30, estamos Paula e eu no Campus Party. Viemos nos entrosar com  o pessoal da Pornolândia que está cobrindo para o FizMTV e visitar nossos blogueiros prediletos Edney e Marcelo (Urso) que já aceitaram nosso convite para o próximo Seminário Empreender no Mercado Erótico que já está confirmado para abril.

Nossa primeira reunião depois do retorno de Paula de sua viagem pela Europa Central é assim: no meio da tecnologia, no meio geek, e assim explodimos em idéias.

Ficamos pensando como seria bom se tivessemos um pedaço do Campus Party na Erotika Fair e como seria bom que o mercado erótico fosse umas das pautas do Campus Party.

Ainda sobrou tempo pra bolar uma mostra especial de cinema adulto para o EVA 2010 com o pessoal da X-Plastic.

Aguardem, muita coisa boa por aí!!!Campus party 2010

Sobre a Campus Party

Criada na Espanha em 1997, a Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento mundial que integra tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede. Os participantes mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde se conectam a uma rede super veloz e convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer. Em 2008, o evento entrou em processo de internacionalização e ganhou edições no Brasil, Colômbia e, a partir deste ano, no México.

Em sua terceira edição no Brasil, a Campus Party se consolida como o principal ponto de encontro físico das redes sociais da internet interativa, proporcionando aos visitantes a troca livre de conteúdos, as últimas novidades tecnológicas e o compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital. Participam do encontro estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e milhares de visitantes amantes da tecnologia e internet.

Informações para Imprensa

Comunicação Campus Party Brasil 2010

Daniela Costa – daniela.costa@futuranetworks.com

Assessoria de Imprensa

The Jeffrey Group

Clara Quintela – cquintela@jeffreygroup.com

Robson Melendre – rmelendre@jeffreygroup.com

Tel: 2165-1651

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Como montar um sexshop virtual?

Hoje esta é a tônica da maioria de consultas que recebo sobre o mercado erótico. O negocio sexshop é desde o começo da Internet comercial um caminho natural de sucesso. Não parece ser difícil imaginar o quanto o consumidor se sente confortável com o anonimato proporcionado pelo computador.

Uma das duvidas sempre foi pedir ou não numero de documentos, algumas lojas evitaram pedir para o cadastro, outras sempre solicitaram, mas pelo caminho que seguiu as formas de pagamento de cartão e outras online, cuja necessidade de CPF é imprescindível para finalizar a compra, criado pela padronização das compras online, acredito que facilitou e tornou as compras pela Internet praticamente intuitivas, mudando pouco em sua interface com o consumidor, o que agiliza a venda e proporciona uma administração mais confortável.

Então como se diferenciar da concorrência?  Em primeiro lugar com excelência nas informações dos produtos e serviços prestados na loja virtual. De forma clara e objetiva informar sobre cada passo que ocorrerá dentro da sua loja e com o pedido do cliente.

Outra questão importantíssima é a imagem(s) do produto, que deve ser a melhor possível, testes realizados indicam que 50% da venda se faz quando o consumidor vê a foto do produto, é a venda por impulso, se a imagem será exibida em alguma propaganda online, então a beleza dela é fundamental.

Claro que tem várias outras questões importantes, como cor, padrões de fontes, posicionamento de banners e informações, mas que dependem muito mais do profissional técnico que desenvolverá a loja virtual, por isto é importante avaliar sempre o portifólio para verificar se está de acordo com suas necessidades e as necessidades do cliente de sexshop, que estão sempre preocupados com segurança e discrição. Pense nisto.

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Comércio eletrônico ilegal é o alvo principal de operação em SP

Fiscais recolheram documentos e computadores das 10 maiores empresas. Ninguém foi preso e poucas mercadorias foram apreendidas

Do G1

Em São Paulo, a megaoperação deflagrada pelo Grupo Nacional de Combate a Organizações Criminosas (GNCOC) nesta terça-feira (17) concentrou esforços contras as empresas de comércio eletrônico ilegal. Em 10 meses de investigações, foram levantados dados das 10 maiores empresas que atuam informalmente no comércio virtual no estado. Fiscais da Secretaria da Fazenda, da Receita Federal e investigadores da Polícia Civil visitaram aos menos 12 locais onde estas empresas funcionariam nesta terça para recolher documentos e computadores.

Ninguém foi preso e algumas poucas mercadorias para venda foram apreendidas. Com a participação de 37 agentes fiscais, 14 auditores e analistas da Receita Federal, 10 delegados da Polícia Civil e 30 agentes da Polícia Civil para executar os mandados de busca e apreensão contra as 10 empresas, a ação conjunta ganhou o nome de Operação Matrix.

“A principal ação é alcançar o comércio virtual de produtos. É um comércio ilegal, muitas vezes de produtos contrabandeados”, afirmou Otávio Fineis Júnior, coordenador da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. A estimativa é de que o faturamento de três meses destas empresas de comércio eletrônico ilegal corresponda a R$ 60 milhões, mas que sejam recolhidos tributos de apenas 4% deste montante, segundo o coordenador da Fazenda.

Foram constatadas várias irregularidades cometidas pelas lojas de comércio eletrônico. “Havia uma loja de roupas que vendia produtos eletrônicos”, disse Otávio Fineis. Muitas delas existem apenas virtualmente e ao menos três locais apontados como possíveis sedes destas empresas não foram localizados pelos fiscais da Receita.

“Do ponto de vista físico, estas empresas funcionam em residências ou em anexos a estas residências. Mas em alguns casos são pessoas físicas que se escondem no universo virtual; a empresa é um registro no papel. No entanto, a dimensão financeira que movimentam é elevada. O que apuramos é apenas a ponta do iceberg”, declarou José Guilherme Antunes de Vasconcelos, superintende regional da Receita Federal do Brasil da 8a região fiscal.

Com os documentos e computadores apreendidos, novas empresas e pessoas deverão ser fiscalizadas e notificadas pela Receita. Inclusive os sites intermediadores na internet serão notificados, já que faturam em cima das vendas destas empresas.

Nesta operação, a primeira medida contra as empresas de comércio eletrônico ilegal foi o auto de infração, cobrando os tributos devidos. Estes mesmos autos de infração são ponto de partida para ações criminais e, posteriormente, para a cassação da licença estadual de funcionamento.

Na mergaoperação, foram feitas 1.743 representações fiscais, que somam R$ 2,071 bilhões em fraudes, para que sejam efetuadas denúncias contra as empresas sonegadoras de São Paulo.

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Sobre o Guia Sexshop e o mercado erótico

Boa tarde  Paula,

Sou Liana Rocha, repórter do Caderno 2 + do jornal A Tarde (Salvador – BA).  Estou fazendo uma matéria especial para capa de domingo sobre as novidades em acessórios e brincadeiras eróticas. Como criadora do Guia Sexshop de negócios,  gostaria de lhe entrevistar, porque acredito que poderia enriquecer muito a matéria.

Muito obrigada!

1 – Por que decidiu criar o guia?

O guia inicialmente era para ser um guia de vibradores (que em breve teremos, pois ainda buscamos patrocinadores para ele). Outro sonho era poder relatar as historias do nascimento do mercado erótico brasileiro que eu sempre ouvia e que sobre isto não havia nenhum documento oficial. Então optamos neste primeiro momento em levantar recursos próprios e com a ajuda de patrocinadores fizemos este registro histórico e também aproveitamos para orientar os novos empreendedores com informações  históricas e também como iniciar no setor.

2 – Como está o mercado de sexshops no País?

Estamos atravessando um momento realmente importante para o mercado brasileiro, onde novos tipos de negócios nasceram do tradicional sexshop, e estão se firmando,  onde novos perfis de consumidores e consumidoras estão entrando em contato com os produtos e onde empreendedores com muita vontade de modificar a visão da sociedade a cerca do “mundo do sexshop” vem aagregando muito conteúdo e novidade ao setor através de produtos e cursos para o bem estar sexual do individuo, é o chamado “erotismo politicamente correto”.

3 – Há diferença entre as lojas voltadas para o público feminino ou masculino, heterossexual ou homossexual? Quais são?

É mais que natural que as lojas sejam diferenciadas pelo publico consumidor. Ambientes são criados para que cada público se identifique e permaneça mais tempo em contato com os produtos. É a melhor maneira de consumir conscientemente. Antigamente as lojas eram espaços escuros em que as mulheres se sentiam constrangidas em permanecer por muito tempo. O publico masculino é mais objetivo, o publico feminino mais lúdico, vive uma compra mais baseada em experiência, portanto é algo que os empresários devem pensar na hora de decidir qual publico irá atender. Quanto a lojas focadas no publico homossexual, acredito que é necessário sim criar espaços específicos a este público, pois os produtos devem atender a esta demanda, que existe principalmente em grandes capitais brasileiras. Ainda não temos, que eu saiba, um espaço assim no Brasil, mas este espaço deve contemplar o público homossexual com beleza, alegria e ícones de identificação, e também ser um espaço de debates, conhecimento e troca de experiências para o grupo atendido.

4 - Qual o perfil do consumidor de sex-shop brasileiro? Este perfil muda de estado para estado?

Acompanhamos o crescimento do publico feminino,  o inicio deste crescimento se deu com o advento das boutiques sensuais eróticas em 2002 / 2003, observamos que o publico AA, A e B, está em total sintonia com os produtos, lançamentos e todo o conhecimento necessário ao consumo dos produtos. Agora as classes C, D e E estão descobrindo os produtos via consultoras, salões de beleza e lojas de lingerie, presentes e perfumes, tendo também os catalogos sensuais eróticos como forte aliado na comercialização para a base da pirâmide social.

Vemos também que as regiões sul e sudeste ainda são a grande força econômica do mercado, mas cada vez mais o setor está expandindo rumo ao norte-nordeste do Brasil. Para você ter uma idéia, já recebemos informações de produtos eróticos em uma aldeia do xingu através de uma consultora de venda de sexshop na sacola.(como chamamos as consultoras que adquirem produtos nos fabricantes ou distribuidores para revender a domicilio).

5 – Quais os produtos prediletos?

Sem dúvida nenhuma os géis com aquecimento e aroma são os produtos prediletos da maioria dos consumidores, em seguida os vibradores realísticos (talvez pelo preço e facilidade de uso). No Brasil eu digo sempre que possui um fenômeno em torno da cosmética, porque é simples, barato e proporciona a qualquer casal momentos incríveis, mas que em outros países é diferente, porque a mulher brasileira é diferente, somos generosas, meigas e o prazer está sempre ligado ao proporcionar também prazer ao parceiro, isto realmente é algo difícil de ver em outros países como os EUA e mesmo a Europa. A mulher aprendeu com artigos em revistas e jornais e matérias de professoras como Fátima Moura a introduzir os produtos na relação de forma muito suave, começando com o lingerie e a cosmética e somente quando há o sinal verde do parceiro, é que ela traz novos elementos para a relação.

6 – O que o consumo nos sex-shops pode indicar do comportamento sexual brasileiro?

Que a mulher cada vez mais comanda a relação é uma certeza, que tem buscado se conhecer, buscado o prazer e também melhorar seu relacionamento, ser completa enfim, para que o parceiro não busque fora da relação outros elementos. Que os homens estão mudando, se abrindo e sendo mais cúmplices da relação também é uma observação, agora eles também compram lingeries e trazem fantasias para suas parceiras. Alias os produtos mais consumidos pelos homens são: vídeos, fantasias para a mulher e elementos sado como chicotes, algemas e mascaras.

7 – O que queira acrescentar

É necessário capacitar o novo empreendedor do mercado brasileiro para lidar com um publico cada vez mais exigente e conhecedor de seus direitos como consumidor. A qualidade, o bem estar e a saúde sexual são fatores de uma nova tendência no mercado erótico mundial. Já estamos diante de vibradores ecológicos 100% recicláveis e que não utilizam pilhas ou baterias de lítio, produtos são criados com materiais atóxicos e com design que privilegia a saúde e o bem estar dos consumidores. O Brasil está diante de grandes mudanças no setor, o consumidor precisa ser instruído, orientado para um melhor aproveitamento e uso correto dos produtos, aí está o grande desafio, orientar nas escolhas, entraremos enfim a partir de 2010 na década das escolhas e agregar valor superior aos produtos será exigido de todo o mercado erótico mundial.

Abraços, Paula Aguiar.

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